quinta-feira, 4 de junho de 2009


O canecão é nosso!

UFRJ RECUPERA NA JUSTIÇA PRÉDIO OCUPADO PELO CANECÃO


Decisão da Procuradoria Regional Federal do Rio deu parecer favorável à UFRJ para reintegração de posse do prédio que é ocupado pelo Canecão, situado na rua Venceslau Brás, 215, em Botafogo. Além de devolver o espaço, a casa de espetáculo terá que pagar uma indenização de 4 milhões à universidade. O imóvel foi cedido pela universidade à empresa no ano de 1992 e sua utilização deveria durar cinco anos, de acordo com o contrato estabelecido. As disputas se acirraram em 1997, quando a empresa deveria ter desocupado o local.
Atualmente, a questão tramita na 14ª Vara Federal. A casa de shows tem até o dia 1º de julho para se retirar do local.


Publicado em: 29/05/2009


Mario Benedetti: "Na rua, lado a lado, somos muito mais que dois"


O escritor uruguaio Mario Benedetti• Em seu “Adeus número três”, o poeta uruguaio Mario Benedetti dizia: “Estarei onde menos esperas (...) Eu estarei em um distante horizonte sem horas, na impressão do tato, em tua sombra e minha sombra”.Benedetti de fato permanece, não como sombra, mas imagem viva na poesia que deixa. A poesia, que para ele, “ensina a não temer a morte”. E, mais que isso, a poesia que sempre foi ferramenta de transformação do mundo: “quando a poesia abre suas portas, é como se mudássemos de mundo”.Mario Benedetti morreu no último 17 de maio, aos 88 anos. Sua morte significa, para a América Latina, a perda de “um escritor continental, um escritor cuja obra reflete o sentir de todos os países da região”, nas palavras do escritor colombiano Álvaro Mutis.


Antes de viver apenas de seus escritos, Benedetti foi funcionário de uma oficina de autopeças, taquígrafo, vendedor, contador, funcionário público, tradutor e jornalista. Escreveu mais de 80 livros de poesia, romances, contos e ensaios, tendo recebido vários prêmios por suas obras. Mas ele mesmo dizia que a poesia era o gênero no qual se sentia mais confortável. “Quando tenho uma preocupação, uma dor ou um amor, tenho a sorte de poder transformar em poesia”, afirmava.Foi militante da esquerda, atividade que se entrelaçava à sua literatura. Em 1971 ele fez parte do grupo que fundou o “Movimiento de Independientes 26 de Marzo”, que posteriormente integraria a Frente Ampla, alternativa aos partidos Branco e Colorado no país. Com o golpe de estado no Uruguai, em 1973, inicia-se seu período de exílio. Perseguido e ameaçado de morte, Benedetti viveria uma década em países como Argentina, Peru, Cuba e Espanha. O poeta nutria grande simpatia pelas conquistas da revolução cubana. Ele retorna ao Uruguai apenas em 1983, iniciando um período que ele chamou de “desexílio”, que também influenciaria profundamente suas obras.D


urante sua vida, Benedetti não teve necessidade de crer em deus e considerava a consciência como sua única religião, à qual todos deveriam prestar contas de seus atos. Criticou a globalização capitalista, chamando-a de uma “ditadura indiscriminada, que cada vez conduz mais ao suicídio da humanidade”.Porém, falar que os ideais políticos influenciaram sua literatura é dizer pouco sobre a obra de Benedetti. Se ele fala de injustiças e de mudar o mundo, o faz de forma coloquial, simples e tocante, não como quem discursa, mas como quem fala de esperanças humanas. É assim em seu poema “Defesa da alegria”, em que ele afirma ser necessário “defender a alegria como um destino”, “defender a alegria como um direito”.É desta mesma forma sensível que ele entrelaça as relações pessoais aos laços de camaradagem nas lutas: “Se te quero é porque sois / meu amor, minha cúmplice e tudo / E na rua, lado a lado / Somos muito mais que dois”.Entre suas obras mais importantes estão “Poemas da Oficina”, “A trégua” e “A borra do café”. “A trégua” lhe rendeu fama internacional, sendo traduzida para cerca de 20 idiomas. Sua última obra publicada foi “Testigo de uno mismo”, em agosto de 2008.


Benedetti morreu em maio de 2009, mas já suportava uma ferida aberta desde 2006, a perda de Luz Lopez, seu amor, sua cúmplice, tudo. Grande companheira e amada, amigos desde a infância, Luz se fez sempre presente em sua vida e em sua obra.Os olhos se fecham e a poesia de Benedetti segue sendo, segundo sua própria definição, “uma clarabóia para a utopia”.



DEFESA DA ALEGRIA


Defender a alegria como uma trincheira

defendê-la do escândalo e da rotina

da miséria e dos miseráveis

das ausências transitórias

e das definitivas


Defender a alegria como um princípio

defendê-la da surpresa e dos pesadelos

dos neutros e dos nêutrons

das doces infâmias

e dos graves diagnósticos


Defender a alegria com uma bandeira

defendê-la do raio e da melancolia

dos ingênuos e dos canalhas

da retórica e das paradas cardíacas

das endemias e das academias


Defender a alegria como um destino

defendê-la do fogo e dos bombeiros

dos suicidas e dos homicidas

das férias e do fardo

da obrigação de estarmos alegres


Defender a alegria como uma certeza

defendê-la do óxido e da sujeira

da famosa ilusão do tempo

do relento e do oportunismo

dos proxenetas do riso


Defender a alegria como um direito

defendê-la de deus e do inverno

das maiúsculas e da morte

dos sobrenomes e dos lamentos

do azar e também da alegria

sexta-feira, 29 de maio de 2009

A tradicional virada cultural paulista esse ano terá a sua versão carioca. O Viradão Carioca levará shows, concertos, exposições e literatura às praças, ruas e centros culturais da cidade. O evento acontece nos dias 5, 6 e 7 de junho.
Ao todo, serão cerca de 300 atrações em 48h, tudo gratis ou a preços populares.

Entre os nomes confirmados estão Beth Carvalho, Zélia Duncan, Dudu Nobre, Alceu Valença, Elba Ramalho, Moska, Elza Soares, Farofa Carioca, Sandra de Sá, Toni Garrido e Marcos Sacramento.

Os palcos principais serão temáticos: na Praça 15, onde o Viradão vai começar, o tema é o Rio de Janeiro, Fevereiro e Março. Na quadra da Portela o tema é nordestino, com muito forró e outros ritmos. Os palcos serão montados da zona-sul ao subúrbio.
Em breve a programação cultural completa.

DICA DE CULTURA


Milk, a voz da igualdade

Do diretor Gus Van Sant (Gênio indomável, Elephant, Paranoid Park), o filme Milk, a voz da igualdade arrematou duas estatuetas do Oscar no dia 22 de fevereiro. Indicado em oito categorias, Milk levou os prêmios de melhor ator (Sean Penn) e melhor roteiro original.Baseado numa história real, o filme se passa no início dos anos 1970, em São Francisco (EUA). Nascido em Nova Iorque, Harvey Milk (Sean Penn) resolve mudar-se para São Francisco com seu namorado Scott (James Franco). Eles abrem uma loja fotografia no bairro Castro, um bairro bastante hostil aos gays. Porém, em pouco tempo, o bairro inteiro vira referência de luta dos homossexuais.É justamente a discriminação que impulsiona Milk a iniciar uma batalha até as últimas consequencias em defesa de direitos iguais para os gays. Assim, ele conquista uma legião de apoiadores, entre homossexuais e heterossexuais, que o ajudam a ser eleito para o Quadro Supervisor da cidade em 1977, equivalente a veredaor. Milk foi o primeiro gay a assumir um cargo público nos Estados Unidos.A partir de então, Milk passa a encabeçar grandes campanhas nacionais em defesa dos direitos dos homossexuais. E, evidentemente, acumulou inimigos. O filme se desenvolve a partir de registros orais que Milk vai gravando para que sejam ouvidos caso fosse assassinado.

FICHA TÉCNICA:

Título Original: Milk

Ano de Lançamento: 2008 (EUA)

Gênero: Drama

Duração: 128 minutos

Direção: Gus Van Sant

Roteiro: Dustin Lance Black

Montagem: Elliot Graham

Produção: Bruce Cohen, Dan Jinks e Michael London

Música: Danny Elfman

Fotografia: Harris Savides

Direção de Arte: Charley Beal

Elenco: Sean Penn (Harvey Milk), Emile Hirsch (Cleve Jones), Josh Brolin (Dan White), Diego Luna (Jack Lira), James Franco (Scott Smith), Alison Pill (Anne Kronenberg), Victor Garber (Prefeito George Moscone), Dennis O'Hare (Senador John Briggs), Joseph Cross (Dick Pabish), Stephen Spinella (Rick Stokes), Lucas Grabeel (Danny Nicoletta), Brandon Boyce (Jim Rivaldo), Howard Rosenman (David Goodstein), Kelvin Yu (Michael Wong)

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Movimento Hip Hop Militante
APÓIA A CONSTRUÇÃO DO CONGRESSO NACIONAL DOS ESTUDANTES.
UNE/UBES NÃO FALAM EM NOME DA JUVENTUDE DA PERIFERIA!

Durante o último Fórum Social Mundial, em Belém, foi fundado o Movimento Hip Hop Militante – Quilombo Brasil, hoje, integrado pelas seguintes organizações: Quilombo Urbano – MA, (São Luiz - MA), Ministério das Favelas (Caxias-MA) Coletivo LUTARMADA (Rio de Janeiro - RJ), Resistência Cangaço Urbano (Fortaleza-Ce) , Atividade Interna (Teresina – PI)

Militante porque somos “muito mais do que artistas”. Somos revolucionários e expressamos através do rap, do break e do grafite a nossa fúria contra as amarras do capital, a nossa sede de liberdade e de justiça para o povo da periferia.Militante porque não somos governistas. Porque nos opomos frontalmente ao Hip Hop impostor, traidor da favela, aos mercenários da cultura Black que, do interior das ONG`s, tentam domesticar o maior instrumento de luta do povo preto e pobre deste País desde os Quilombos.Essas ovelhas brancas da raça, esses fãs de canalha, liderados pela podre Central Única das Favelas – CUFA – de MV BILL, realizam “inocentes” parcerias com os carrascos capitalistas que promovem um cotidiano genocídio contra a etnia negra. A começar pelo governo Lula, o “cara” que enviou as “tropas de paz” para exterminar o povo negro do Haiti e que aguarda ordens da ONU para mandar seus cães adestrados para Guiné-Bissau, na Mãe África!

Militante porque somos classistas e não negamos a nossa herança negra, guerreira e indomável, o nosso sangue de Zumbi, Dandara, Malcolm X e Anastácia. Não negociamos a liberdade!Sendo assim, o Movimento Hip Hop Militante – Quilombo Brasil declara que a UNE/UBES não falam em nome da juventude que habita as periferias brasileiras. Por conta de seu governismo sem vergonha, por conta de sua burocracia gangster, por conta de suas calças arriadas para o capital afirmamos que, para nós, essas entidades estão moribundas e fedorentas. Queremos ser parte da pá de cal que sepultará estes cadáveres, já algum tempo, mortos para luta, já que passaram para o outro lado das barricadas, para o lado das reitorias/diretoria s, dos governos e empresários, enfim, da polícia. Cuspimos em seu caixão!

Portanto, apoiamos a construção do Congresso Nacional dos Estudantes, ambicionando unificar e organizar as lutas nacionalmente. Para nós, isso é urgente! Os atuais ataques como os aumentos nas tarifas do transporte público e a limitação da meia cultural, além de serem reflexos da crise econômica da burguesia que tenta jogá-la nas costas da juventude, estão a serviço da transformação das periferias em campos de concentração.Esse holocausto urbano se dá pela impossibilidade de visitar outros pontos da cidade, pelo acirramento da guerra interna na favela e, principalmente, pelas políticas de segurança e suas polícias exterminadoras que recebem o apoio explícito da UNE/UBES como, por exemplo, a Ronda do Quarteirão em Fortaleza.“Terra de preto não é gueto, terra de preto é quilombo”!

Clamamos a todos os estudantes, a toda juventude da periferia e a todos os militantes do Hip Hop que construam o CNE e contribuam política e culturalmente com o encontro.Que a juventude favelada seja sim a chama da rebeldia, e que siga firme nos marcos da aliança operária - estudantil. Que a favela se incorpore no CNE com o programa da classe trabalhadora, já que é essa a classe que habita as quebradas.Vamos à luta a todos os guerreiros e guerreiras que abandonam a velha roupa azul e optam pelo novo, um novo bem vermelho! Todos em frente, vamos ao ataque!

Saudações quilombolas

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Congresso Nacional de Estudantes

Programação do CNE
10 de Junho de 2009 – 4ª feira

16h às 22h:
Credenciamento
Local: Sala de aula nº XX

11 de Junho de 2009 – 5ª feira

8h:
Reinício dos trabalhos de credenciamento
Local: Salas de aula nº XX

8h às 9h:
Café da Manhã
Local: Restaurante Universitário

9h às 11h30:
Mesa de Abertura
“Nós não pagaremos pela crise deles! – A crise econômica internacional e a resistência dos movimentos sociais”
Composição:
ANDES
CONLUTAS
INTERSINDICAL
MTST
MST
SINDICATO DOS METALÚRGICOS DE SÃO JOSÉ DOS CAMPOS E REGIÃO
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

11h30 às 12h30:
Aprovação do Regimento do Congresso Nacional de Estudantes
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

12h30 às 14h:
Almoço
Local: Restaurante Universitário

14h às 16h:
Plenária de Apresentação de Teses
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

16h às 18h30:
Painéis simultâneos:
1) O projeto neoliberal de ataque às universidades públicas e a luta estudantil pro um novo projeto de universidades
Composição:
PROFº EDMUNDO DIAS - UNICAMP
PROFº ROBERTO LEHER – UFRJ
PROFº IVO TONET – UFAL
CARLOS LEAL – MESTRANDO UFRJ
EXECUTIVA NACIONAL DOS ESTUDANTES DE EDUCAÇÃO FÍSICA
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão
2) Não pago, nem pagaria! Educação não é mercadoria! – A crise das universidades privadas e a luta pelo fim do ensino pago
Composição:
APROPUC/SP
DCE PUCCAMP
DA FAFIL
Local: Auditório Quinhentão do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ - Ilha do Fundão
3) Os ataques ao ensino básico e médio e a luta por uma nova escola!
Composição:
APEOESP/OPOSIÇÃO ALTERNATIVA
SEPE/RJ
GRÊMIO CAP UFRJ
GRÊMIO CEFET/MG
ROBERTO SIMÕES OPOSIÇÃO SEPE/RJ
Local: Auditório Besão do Centro de Ciências da saúde da UFRJ – Ilha do Fundão

18h30 às 20h:
Jantar
Local: Restaurante Universitário

19h:
Encerramento dos trabalhos de credenciamento

20h às 22h:
Mesa: A crise econômica mundial e a necessidade da unificação das lutas estudantis com as da classe trabalhadora pra superação do capitalismo.
Composição:
PLINIO DE ARRUDA SAMPAIO
VALÉRIO ARCARY
RICARDO ANTUNES
ATNÁGORAS LOPES
VERA SALIM
CRISTINA PINIAGO
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão


12 de Junho de 2009 – 6º feira

8h:
Reabertura dos trabalhos de credenciamento

8h às 9h:
Café da manhã
Local: Restaurante Universitário

9h às 12h30:
Grupos de Discussão: Conjuntura nacional e internacional
Local: Salas de aula no Centro de Ciências da Saúde da UFRJ – Ilha do Fundão

12h30 às 14h:
Almoço
Local: Restaurante Universitário

14h às 16h:
Grupos de Discussão Simultâneos:
-Universidades Públicas
-Universidades Pagas
-Escolas Secundaristas

Local:
Das salas XX a XX (CCS): Universidades Públicas
Das salas XX a XX (CCS): Universidades Pagas
Das salas XX a XX (CCS): Escolas Secundaristas

15h:
Encerramento dos trabalhos de credenciamento

16h às 18h30:
Mesa: Nas ruas, nas praças, quem disse que sumiu?... – Resgatando as concepções e a história do movimento estudantil brasileiro para construção do novo movimento estudantil
Composição:
TESES GERAIS REGULARMENTE INSCRITAS AO CONGRESSO NACIONAL DE ESTUDANTES
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

18h30 às 20h:
Jantar
Local: Restaurante Universitário

20h às 21h30:
Tendas de debates das teses
Local: a definir

21h30:
Festa do Congresso Nacional de Estudantes no dia dos Namorados
Local: Quadra aberta ao lado do Ginásio Verdão


Dia 13 de Junho de 2009 – Sábado

8h às 9h:
Café da manhã
Local: Restaurante Universitário

9h às 11h:
Painéis simultâneos:1) A história do ME combativo no Brasil – da fundação da UNE aos dias atuais
Composição:
BENTO JOSÉ– VICE PRESIDENTE DA UNE PELO BLOCO ROMPENDO AMARRAS
HENRIQUE CARNEIRO – PRESIDENTE DA UPES NI INÍCIO DA DÉCADA DE 80.
PAULO DE TARSO VENCESLÁU – ORGANIZADOR DO CONGRESSO DE IBIÚNA
LEON – DIRETOR DA UBES DE 93 A 95
Local: Auditório Quinhentão do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ – Ilha do Fundão
2) Ocupa! Ocupa! Ocupa! – As ocupações de Reitoria e o surgimento de um novo movimento estudantil
Composição:
OCUPAÇÕES DE REITORIAS
USP, UNB, UFMG, UFRJ, UFAL, UFBA, UERJ.
Local: Auditório Besão do Centro de Ciências da Saúde da UFRJ – Ilha do Fundão
3) O debate sobre opressões no movimento estudantil
Composição:
QUILOMBO RAÇA E CLASSE
MOVIMENTO DE MULHERES DA CONLUTAS
GUDSS UFMG
COLETIVO DANDARA DIREITO USP
SECRETARIA ANTIRACISMO SEPE/RJ
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

4) Cultura
Composição:
MOVIMENTO HIP HOP MILITANTE/MA
LATUFF
PLENÁRIA EM DEFESA DA MEIA ENTRADA DO RIO DE JANEIRO
FUNARTE
GRUPO DE TEATRO DO OPRIMIDO
COLETIVO DE ARTISTAS SOCIALISTAS
Local: Quadra ao lado do Verdão

11h às 12h30:
Tendas de debates das teses
Local: a definir

12h30 às 14h:
Almoço
Local: Restaurante Universitário

14h às 17h:
Grupo de discussão: A construção de um calendário nacional unificado de mobilizações e debate sobre as alternativas do ME brasileiro.
Local: Salas de aula no Centro de Ciências da Saúde da UFRJ – Ilha do Fundão

17h30 às 18h30:
Apresentações Culturais
Local: a definir

18h30 às 20h:
Jantar
Local: Restaurante Universitário

20h às 22h30:
Oficinas
Local: Salas de aula do CCS

Dia 14 de Junho de 2009 – Domingo

8h às 9h:
Café da manhã
Local: Restaurante Universitário

9h às 12h30:
Plenária final
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

12h30 às 14h:
Almoço
Local: Restaurante Universitário

14h às 18h30:
Plenária final
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

18h30 às 20h:
Jantar
Local: Restaurante Universitário

20h às 21h:
Plenária final
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

21h:
Cerimônia de encerramento do Congresso nacional de Estudantes
Local: Ginásio “Verdão” na Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ – Ilha do Fundão

sábado, 11 de abril de 2009

Encontro das Artes

Encontro das Artes
Data: Dia 17 de abril sexta-feira
Horário: 11h inicia
Local: Bosque da reitoria
Roda de Letras Momento Reclame Rádio Livre EBA
Fanfarra Paradiso Repartição da flor
Blues Jazz Samba grafite pizzada
Centro acadêmico da Escola de Belas Artes
Centro Acadêmico da Faculdade de Arquitetura e urbanismo
Centro Acadêmico de Letras
Centro Acadêmico da Escola de Música